Tenho saudades de flores e lua
de frio e rua, centro histórico
e grito eufórico em quatro paredes sujas.
Do colchão no chão, das estrelas no tecto,
assunto directo sobre tudo,
e de um mudo diálogo de sorrisos.
Tenho saudades tuas e parece,
que quando escurece e estou só,
a saudade é uma espécie de dó por mim,
e doí enquanto não passa.
Saudade que não envelhece,
mantém-se na alma e nos olhos molhados,
e aos bocados vou vendo coisas passadas,
que quando pintadas pela saudade parecem tão distantes.
Fomos e somos amantes felizes,
tu dizes o que penso e vamos no mesmo caminho,
e quando estou sozinho penso no que dizes
e sinto-me menos sozinho
olhando com orgulho as cicatrizes da união.
Mas o caminho não é feito a eito,
graças à perfeição de ser imperfeito e ter curvas,
nuvens trazem chuvas e tempestades,
e na maior das verdades, já sabemos e já vimos,
que quanto mais tentamos, mais conseguimos.
segunda-feira, 20 de julho de 2009
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