A nostalgia que levo na alma
que me eleva e me aproxima,
dos abraços dos que partem, e da calma
que ficou e que me fascina.
Um silêncio nada sossegado
mas também nada perturbador,
guardo a chama desses que partem e guardo
a sua presença com fervor.
Não estão aqui, mas estão.
Sinto-os no ar levemente perfumado.
Guardo o cheiro e o toque da sua mão
e das palavras guardo o sopro e o significado.
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)

Sem comentários:
Enviar um comentário