De pés na areia molhada
e brisa agreste na cara destapada,
ao lado as ondas rebentam como um sopro
e as pedras e conchas definem caminho.
A rocha enrugada é a gruta
onde as ondas entram e saem em luta,
e ficam em poças no chão routo.
Nada parece perturbar esta calma.
Os pés gelam nas águas que ali esperam
e esqueço as mágoas que aqui me trouxeram,
com sal nas feridas e pedaço de sol no rosto
exalto de alegria a minha alma.
segunda-feira, 13 de julho de 2009
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