grandes passos e passeios.
Uns dias mais frios e outros amenos,
sem grandes labirintos ou rodeios.
Um corpo que anda à deriva
num sonho constante que aquece
a alma que desassossega e ferve,
às vezes a dor, a ausência ou a febre.
Mas morreria se não pudesse
tão somente ser e estar onde estive.
Há em mim uma força que cresce
e outra vez um sonho, que sobrevive.
Enquanto puder, e souber,
sentirei tanto o pouco e cantarei rouco
letras de músicas que invento
entre quando me levanto e quando me sento

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