que dói a quem escuta e a quem diz,
palavras que nascem tortas e às tantas
não consegues distinguir entre elas e quem as diz
Infeliz fortuna que de quem as menciona
desprezando a língua que fala, sua boca arde.
E no infortúnio deste desprezo abandona
quaisquer orgulhos ou embrulho que nos guarde
Está assim despida a pessoa que foi tonta
e tentou ser mais do que valia, entoando palavras que não sabia. Gralha!
E assim uma vida de preceito se desmonta,
e não fica nem uma farrapo que lhe valha

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