domingo, 27 de junho de 2010

O relógio alarme e o frio matinal

numa janela entreaberta do sonho e do quarto.

Abre o dia o seu explendor.

Abre a alma a sua porta.



A água fria e o pão tostado.

A chave de casa e as horas.

A pedra da calçada e a estrada.

A porta de entrada e o ganha pão.



As horas que passam. Passam.

A cabeça turva que pede em oração.

Que os dias passem mas os anos não.

Que as rugas manchem a cara, mas nunca o coração

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