Decidir-me, despir-me, sentir-me.
Receber-te, erguer-te, ver-te.
Aquecer, ler, adormecer.
Decidir-me, ir, esquecer.
Contar-te, sorrir, correr.
Belos campos de papoilas e flores campestres.
Beijos, por-de-sol e morangos silvestres.
Amoras.
Mas sumo de limão,
chuva e granizo no chão,
demoras e esqueces a hora marcada,
passeio sozinho. Que imensa solidão.
Céu mais escuro que negro,
água do banho mais fria que gelo,
pés mais secos que areia,
pensamento sereno, triste mas singelo.
Destreza, claridade,
saudade mas certeza.
Um poema de um único verso,
sinos e baladas com o teu regresso.
sábado, 14 de abril de 2012
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