Por fim, após remar contra a maré
tentando manter o barco junto à costa.
Sinto que a corrente já não me incomoda
e que posso poisar os remos e descontrair.
Consigo erguer a alma e baixar a vigia. Tenho pé.
O barco já não é só meu, e a viagem é nossa.
Tudo muda e se transforma, nada se acomoda.
Perdi o medo de ter medo de partir.
domingo, 29 de julho de 2012
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