Os campos de mim
Cobertos pela geada desta manhã
As flores congeladas, as mãos fechadas,
Até que o sol chegue, enfim.
O sangue nas veias a ferver
Mas as folhas de Outono entopem o caminho.
As frieiras nos dedos são cicatrizes do medo
Que me afogue nas cheias do meu ser.
Acendo uma fogueira
Na clareira da minha solidão
Na esperança que Deus queira
Que o sol chegue ao meu coração.
Que frio me entope, que dor me assiste,
Que eu queira, que ele volte,
Que nós façamos de um destino triste
Uma curva pelos caminhos à luz.
Volta meu amor.
quarta-feira, 30 de dezembro de 2015
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