e deito-me ao relento.
Sem vê-las, sem tê-las,
Mas sobre as estrelas.
Naquela estrela de fulgor
que emana tamanha luz,
que me enche de amor,
me convida para dançar e seduz.
Ah, que brilho o teu,
que a minha pela fria aquece.
Sem que o detenhas, todo o céu
a ti te pertence.
Apetece deitar-me em ti.
Despir toda a roupa, toda a memória.
E ficar, assim, sem mim,
Cobrindo com a tua luz o resto da história.

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