Amando a vida pela arte
Sendo seu fiel discípulo
Foi por ela que ainda novo parte
Para em Paris começar novo capítulo
Em Montparnasse é boémio e amante
E espreme as veias do seu pincel
Mas é dos montes e da paisagem de Amarante
Que escorre a tinta para o seu papel
E porque a doença é impiedosa
Venceu sobre um corpo fervoroso
E guardou a obra a viúva desgostosa
De Amadeu de Souza Cardoso
segunda-feira, 24 de outubro de 2016
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