domingo, 6 de agosto de 2017

Tudo está calmo na Travessa da Palmeira,
O vento leva os rastos de cigarros
A lua aumenta as sombras na clareira
E a melodia é pisada pelos carros

Tudo permanece da mesma maneira
A terra voa sacudindo os vasos
As raizes seguram as plantas na floreira
Sedentas por seguir dos homens os passos

Os risos são sérios e antecedem brincadeiras
Entre batom, perfume e amassos
O álcool prega alguma rasteiras
Nos saltos altos em passeios rasos.

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