Acenda-se a luz,
da árvore e da cidade.
Adorem-se as luas
e dê-se lume à vela.
Mas não podemos esquecer a cruz
de Cristo na nossa realidade.
E os presépios perdidos nas ruas
Do lado de fora da nossa janela.
Adornemos as nossas vidas
Com esta magia que nos seduz.
Cantemos e brindemos este tempo
De Natal que tanto nos importa.
Mas não esqueçamos as feridas
das chagas de Jesus.
Feridas abertas e ao relento,
Ao frio, no lado de lá da nossa porta.
sábado, 23 de dezembro de 2017
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