De olhos abertos
Procurei-te na Natureza
No mar, nas estrelas, na montanha.
Mas foi quando fechei os olhos
Que te vi em mim
No meu deserto, no horto,
Na minha Galileia.
Limpei-te as feridas
Sequei-te as lágrimas
Com os meus dedos toquei no corte da lança.
E fui homem, fui criança.
Sem medos, sem segredos.
E pedi-te desculpa por não te termos compreendido, descoberto.
Tudo fez sentido
A vida que brota da tua ferida.
O nosso deserto.
sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018
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