A realidade crua e desprovida de razão
É a
projeção da desordem da humanidade
Um
som ensurdecedor que nos inquieta
Uma luz
que nos cega a paz
Pode
uma alma fechar o coração
A esta
confusão e leviandade?
Podemo-nos
soltar desta mágoa que aperta
O mais
valente e audaz?
Sim. Tocando
com os pés no chão.
Com
os olhos no fim, na liberdade.
Uma mente
que escolhe estar desperta
Uma mão
interior que toca e transforma a vida que se faz.

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