Acordei esta manhã
e não senti nada.
Fechei os punhos
sustive a respiração.
As paredes permaneceram brancas
a minha alma esvaziada.
os meus pulmões apertados
e o bater do meu coração.
Mas sei que existes!
Talvez a ausência da cafeína,
talvez uma madrugada dorida,
me tenham deixado dormente.
Ou tão simplesmente
sejas como um aragem fina
que corre pela vida
e que quando não se procura, se sente.

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