Com o fim da tempestade.
No final do choro e da amargura.
Para lá das portas que se fecharam.
Seremos sempre e logo,
Duas almas em busca da verdade,
Como velas sentinelas na noite escura.
E um sopro nas feridas que saram.
Não há tiro de espingarda
Golpe de espada ou pedra atirada
Que mate um amor de verdade.
Porque ainda que a pele arda
E os pés sangrem nas pedras da estrada
A matéria do amor é a liberdade!

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